Simbologia dos Seios

Maristela Simonin

Em todas as culturas, o seio feminino é símbolo de feminilidade. Seja quando evoca a mulher como fonte de vida e alimento, seja quando a evoca como fonte de prazer, afeto e aconchego.

Lamentavelmente, há quem use sua imagem para fins que humilham a mulher, reduzindo-lhe a humanidade.

Às vezes a imagem do seio feminino também funciona como “catalisador” cultural para demolidores sentimentos de culpa. Não é à toa que, na biografia de santos e heróis, personagens como o Diabo costumam se travestir de mulher com os seios nus para tentar desviá-los de seus objetivos e arrastá-los à perdição. Baudelaire registra isso em As Flores do Mal: As Mulheres Amaldiçoadas:

Outras, como irmãs, andam lentas e graves

Através dos rochedos cheios de aparições,

Onde Santo Antônio viu surgir como lavas

Os seios nus e purpúreos de suas tentações.

Noutra perspectiva, porém, o seio feminino projeta no imaginário coletivo sentimentos de forçaconfiançaliberdade e vitória. Tiepolo, artista italiano do século XVIII, também vê nele um emblema da verdade ao desnudá-lo em sua obra A Verdade Revelada pelo Tempo.

Tasso, o historiador, conta que as mães, esposas e amantes gaulesas costumavam ir aos campos de batalha exibir os seios nus a seus guerreiros a fim de lhes transmitir força e confiança na luta contra o invasor romano. Delacroix, em seu quadro mais famoso, A Liberdade Guiando o Povo, exprime sua crença na vitória da liberdade através de uma figura de mulher com os seios nus. Crença, aliás, que também se manifesta, de outra forma, no gesto político das primeiras feministas do século XX queimando sutiãs em praça pública.

Tanta riqueza simbólica – não é de estranhar – tem para nós, mulheres, um preço psicológico alto. Preço que se traduz muitas vezes no medo exagerado que temos de tudo o que pode ameaçar os nossos seios: da velhice à sua não-conformidade com os estereótipos em moda, passando pelas doenças que podem acometê-los, entre essas o câncer.

Há, no mundo inteiro, uma profusão de mitos e alegorias envolvendo os seios femininos. Uns resultam de pura ficção produzida pelo imaginário coletivo; outros, são construídos a partir de fatos reais a que se vai juntando, com o tempo, a fantasia. Todos, porém, são um testemunho cultural daquilo que os seios representam na vida psíquica e social da mulher.

Evocarei alguns.

Conta Heródoto, nas crônicas que escreveu sobre a Grécia antiga, que a rainha Atossa, esposa de Dario I, rei dos persas, escondeu o quanto pôde um tumor no seio com medo de perder a feminilidade, o marido, o prestígio, e com isso, o próprio valor como pessoa. Temia mais pelo seio que pela vida. Por fim, já não suportando o peso do seu segredo, se fez examinar às escondidas por um médico estrangeiro, de nome Demócedes, que se achava retido na Pérsia contra sua vontade.

Astuto, o médico logo busca negociar com ela sua cura fazendo-lhe prometer que o ajudará a retornar à Grécia, sua terra natal, caso os tratamentos por ele propostos surtam o esperado efeito. A rainha fica curada (não sabemos qual era a verdadeira natureza do tumor) e cumpre o prometido. Atendendo às instruções do médico, ela persuade o rei a atacar os gregos e infiltrá-lo como espião nas hostes inimigas. Demócedes aproveita a oportunidade e foge. Quanto ao exército persa, este acabaria humilhado pelos gregos na famosa batalha de Maratona.

Esse relato – meio verdadeiro, meio lendário – mostra quanto existe de atual nos sentimentos de uma mulher que viveu há milênios, numa cultura bem diferente da nossa, e o compromisso insano que foi capaz de assumir por causa de algo que lhe ameaçava os seios; e ao ameaçá-los, lhe fazia temer por sua identidade e pela forma como os outros passariam a vê-la. (O famoso “olhar dos outros”).

A tradição cristã também é rica na simbologia dos seios. Temos as representações da Virgem amamentando o Menino-Deus e as obras que retratam os martírios de Santa Águeda, Santa Bárbara, Santa Eulália, Santa Cristina,… – todas mostradas como tendo sofrido heroicamente a tortura da amputação dos seios. Sublinho que os desenhos, pinturas e esculturas clássicas com temática de santas com seios mutilados se inspiraram nos compêndios sobre antigas práticas médico-cirúrgicas. 

As santas de seios cortados refletiram na consciência coletiva a interiorização desse horror sagrado e instintivo face à ablação. A mastectomia é o arquétipo do suplício feminino. (Dominique Gros, mastologista francês, em Les seins aux fleurs rouges, Paris, Stock, 1994).

Informa o citado médico, Dominique Gros, que o Tratado de Cirurgia de Paul d’Égine, escrito em Constantinopla no século VII, dedica um capítulo inteiro à ablação de seios cancerosos, nele constando todos os rituais que precediam a operação, como a administração de ópio à paciente e as invocações a Santa Águeda, padroeira dos seios.

Santa Águeda, diz a tradição católica, era uma jovem da nobreza italiana do século III cuja beleza incomum teria atraído Quintiniano, então governador da Sicília. Por se recusar a casar com ele – uma vez que isso implicaria renunciar à fé cristã e à virgindade – ela é condenada a passar um mês num bordel. Findo esse tempo, é reconduzida à presença do governador miraculosamente ainda virgem e sempre intransigente na defesa de sua religião e de sua castidade. Encolerizado, Quintiniano manda que a amarrem a um pilar e lhe arranquem os seios com lâminas de ferro.

Depois de passar por essas e outras torturas, Águeda é jogada num calabouço, onde ninguém lhe trata os ferimentos. Mas, reza a lenda, São Pedro lhe teria aparecido fazendo-se acompanhar de um belo jovem com uma tocha na mão (supostamente um anjo), que passa a cuidar dela. Transcorrido algum tempo, mais um milagre acontece: Águeda não é libertada mas os seios lhe brotam de novo, restaurados e belos.

Águeda foi musa inspiradora de vários artistas e escritores ilustres. Dizem que o papa Damascus era devoto dela. Também o teria sido o médico Soler Roig, famoso cirurgião de mamas espanhol (inventor do termógrafo), a quem Salvador Dali teria oferecido um desenho denominado Santa Águeda Platônica.

O poeta francês Paul Valéry, enlevado pela visão de um quadro do pintor medieval Zurbaran que a representa com os seios numa bandeja, o descreveu num longo poema em prosa, que intitulou Sainte Alexandrine. Ele o conclui assim:

Mas a alegria do suplício está nesse começo da pureza: perder os mais perigosos ornamentos da encarnação – os seios, os doces seios, feitos à imagem da terra.

Em suas Poesias, Garcia Lorca também homenageia uma santa de seios cortados, Santa Eulália, e Téophile Gauthier descreve com viva emoção os seios mutilados de outra mártir, Santa Cacilda, que viu pintada numa das paredes da catedral de Burgos (Espanha) pelo artista Diego de Leyva. Ele termina com estes versos o poema que lhe dedicou e que faz parte de sua coletâneaEspaña:

E os seios já mortos, belos lírios, cortados em flor,

Brancos como os pedaços de uma Vênus de mármore,

Numa bacia de prata jazem ao pé de uma árvore.

Mas a santa em êxtase, esquecendo sua dor,

Como nos braços de um amante, de volúpia se desfalece,

Pois aos lábios do Cristo ela suspende sua alma.

Em vários países, há uma lenda milenar que julgo de extraordinário simbolismo. Ela conta, em diferentes versões, que o mundo teria nascido de uma gota de leite vertida do seio de uma deusa!

É interessante observar a universalidade de algumas crenças e lendas em que poderes sobrenaturais são atribuídos ao seio feminino. No interior do Brasil, assim como num país tão distante e diferente como a China, existe uma crença antiga – com lendas e relatos supostamente reais em torno dela – que diz que o leite materno possui poderes mágicos, curativos e outros, não apenas em relação a crianças mas também a adultos.

Câmara Cascudo conta que na lenda paraense da Cobra Norato (uma das muitas do nosso folclore que atribuem papéis simbólicos à serpente e ao leite materno), um jovem forte e bom, de nome Honorato, fora concebido misteriosamente enquanto a mãe se banhava no rio, e viera ao mundo na forma de uma serpente escura que vivia na água.

Quando anoitecia e a aracuã deixava de cantar, diz ele, Honorato saía da água, deixava o couro monstruoso da cobra na areia, tornava-se um belo rapaz e ia cear e dormir no regaço de sua mãe. De madrugada, voltava ao corpo feio da serpente e remergulhava nas águas do rio. Honorato queixava-se de sua sina e todos tinham pena dele. Contudo, só pôde ser desencantado quando um soldado flagrou a cobra adormecida e com a boca aberta, o que lhe permitiu pingar três gotas de leite de mulher entre seus dentes. Em seguida, golpeou-a na cabeça com um machado de aço virgem. Concluído assim o resgate, o belo Honorato passou a ter uma vida feliz.

Há outra lenda, recolhida por Pierre Verger, que também não posso deixar de citar pela riqueza de significados que ela possui. Segundo ela, Iemanjá, rainha do mar no candomblé, casara-se e tivera dez filhos orixás. De tanto amamentá-los, seus seios tornaram-se enormes, flácidos e balouçantes.

Um dia, ela se cansa da vida rotineira que leva, deixa a casa, o marido, e vai conhecer outras terras. Lá, se apaixona por um rei de nome Okere e se casa com ele, mas não sem antes obter dele a promessa de que jamais zombará de seus seios. Ele promete. Mas um dia, estando embriagado, faz galhofas e manga deles.

Iemanjá se sente injuriada. Com a auto-estima lá embaixo, magoada, transida pela decepção, ela foge levando consigo um pote, que recebera de presente da mãe, contendo uma poção mágica para os momentos de perigo. Okere sai no encalço da esposa, tentando por todos os meios lhe barrar a fuga. Na agonia, ela tropeça e cai, quebrando o pote. A poção mágica então jorra, transformando-se num rio cujas águas a conduzem até o mar, onde mora sua mãe e de onde ela nunca mais quis voltar.

Todas essas narrativas, repito, ao tempo em que revelam o enorme poder simbólico dos seios femininos, ajudam a entender os sentimentos que levam uma mulher a fugir de assuntos relacionados com o câncer de mama. E isso, ainda que saiba ser essa a neoplasia maligna mais comum na população feminina e que a informação é a melhor arma de que dispomos contra ela.

Penso que, se em vez de um discurso oficial incompleto, cheio de meias verdades, governos e sociedades se unissem ao redor de programas educativos permanentes sobre o assunto, haveria menos lugar para ansiosos medos e culpa.

De resto, a visão do feminino se alargaria.

Concluo trazendo para os leitores os seguintes trechos informativos, extraídos de um rico trabalho de pesquisa feito por Denise Arcoverde, com belas fotos no original, publicado  no seu blog Síndrome de Estocolmo em 2006(http://sindromedeestocolmo.com/archives/category/corpo-saude/seios/):

“Deusa de Assombrosas Tetas”

As primeiras imagens femininas, encontradas em escavações, têm grandes seios e amplo ventre e parecem ter sido usadas como um símbolo de fertilidade.

Esculpida há cerca de 22000 ou 25000 anos, a Vênus de Willendorf foi encontrada na Austria e é, segundo a maioria dos estudiosos, uma das imagens mais importantes e mais conhecidas da Grande Mãe.

Kourotrophos. A imagem data do século 6 aC. Alguns a chamam de Deusa Mãe, o arqueólogo Ross Holloway diz que ela seria a “Noite” cobrindo com seu manto e amamentando os filhos gêmeos Sono e Morte (Hypnos e Thanatos).

Nut, deusa criadora do universo, mãe de Rá. Deusa guerreira, protegia os mais fracos, destruindo seus inimigos e abrindo caminhos. Afastava os maus espíritos. Era representada, frequentemente, como uma mulher nua com seu corpo formando um arco que protege a terra e leite escorrendo e fertilizando o solo. Tinha um importante papel nos subterrâneos do Egito Antigo e sua forma de mulher nua arqueada foi encontrada pintada em diversos sarcófagos.

Nut era a barreira que separava as forças do caos e da ordem neste mundo. Dizia-se que o deus Rá entrava em sua boca ao entardecer viajava através de seu corpo durante a noite para renascer de sua vagina a cada manhã. Dizia-se também que engolia as estrelas que renasciam mais tarde e que o faraó incorporava seu corpo após a morte, do qual mais tarde ressuscitava.

Nut também é representada como a “Grande Vaca” (Great Kau), a grande senhora que criou tudo que existe, a vaca cujo ubre deu origem à Via Láctea. Nut é a mãe de todas as divindades.

Onde fica hoje a Palestina, Hebat era adorada como a Grande Deusa, representando a mãe-sol, deusa da fertilidade, beleza e realeza. Existem dados sobre ela desde os tempos mais remotos, 2000 aC ou mesmo anterior.

Seu capacete sugere a fonte da vida e imortalidade, o leão aos seus pés é a sua conexão com o reino animal e o bebê sendo amamentado é a sempre esperada criança das luzes.

Para que Hércules, um dos heróis mais populares da mitologia grega, se tornasse imortal, deveria ser amamentado quando criança pelo seio de sua madrasta Hera, que era a mulher de Zeus (chamado de Júpiter na mitologia romana). Hermes (Mercúrio, para os romanos), outro filho de Zeus, colocou a criança no seio de Hera enquanto ela dormia.

Assim que ela abriu os olhos, ela se soltou do pequeno Hércules, mas ele já tinha sido alimentado. O leite que escorreu do seio de Hera deixou um rastro pelo céu. Foi assim que “nasceu” a Via Láctea.

Conta-se, na India, que Kamsa, tio-demônio de Krishna, contratou os serviços de Putana, uma Rakshasi (demônio feminino), para matar Krishna. Putana podia assumir a forma que quisesse.

Ela disfarçou-se de Gopikaa, ama de leite, e entrou na casa de Krishna.

Alimentou Krishna com seu leite que estava envenenado, mas ele, apesar de ser um bebê, sabia que ela era uma Rakshasi e a sugou tão forte que extraiu sua vida, junto com o leite.

Antes de morrer, ela assumiu a forma original.

Nossa América Latina também tem seus mitos relacionados aos seio e ao leite materno. A história da “Difunta Correa” tem origem em Vallecito, vila que fica há 1.160km de Buenos Aires, aos pés dos Andes e ao Norte da Patagônia.

Em 1835, seu marido, Bustos, foi levado à força e obrigado a entrar para a forças armadas de Juan Facundo Quiroga. Desesperada, María Antonia Deolinda Correa decide caminhar 63km até a vila de San Juan, em busca do seu marido. No caminho, consumiu todas as provisões: o charque e o patay, alguns figos e toda a água. Após ter caminhado boa parte do caminho, ela não aguentou e faleceu. Sob o sol abrasador, encontraram seu cadáver, que protegia seu pequeno: seus seios alimentaram o bebê e o seu leite o manteve vivo, mesmo após a sua morte. Apesar de nunca ter sido canonizada pela igreja católica, a Difunta Corrêa é adorada como uma santa, na Argentina.

Fonte: Esse post foi baseado numa pesquisa que eu fiz, há alguns anos, para a Galeria de Arte da Amamentação do Grupo Origem. Infelizmente, não tenho mais as referências de onde consegui cada uma dessas informações.

Da próxima vez que alguém disser que tatuadores são pessoas malucas e irresponsáveis, lembre-se que existem tatuadores, no mundo todo, ajudando mulheres, que fizeram uma mastectomia (retirada de seio) a melhorar a sua auto-estima, contribuindo para melhorar a imagem dos seus seios.

Algumas mulheres preferem que se tatue a pigmentação natural da aréola e mamilo, outras preferem uma expressão artística, como dessa foto, que eu retirei do site do Healing Art Foundation – Art for a Cure , um grupo de tatuadores, nos EUA, que faz um trabalho puramente voluntário.

Bacana, né?!

Os seios também estão na cabeça da gente, e desde muito cedo. Segundo Freud, a primeira fase, no desenvolvimento psicosexual da criança, seria a fase oral, que iria até, mais ou menos um ano e meio, dois anos de idade.

O seio materno seria, ainda segundo Freud, o primeiro objeto sexual e para um desenvolvimento psíquico sadio, seria importante superar essa fase e aprender a lidar com a “perda do seio”.

Sabemos que a amamentação é fundamental para o desenvolvimento da criança e o excessivo uso de chupetas está relacionado à falta de saciedade da sucção. Enquanto a criança faz mais esforço e demora mais ao seio, com o uso da mamadeira, essa sucção é mínima, por isso, a necessidade de sugar o dedo ou chupeta.

Uma outra coisa que me impressionou nos meus 15 anos de trabalho com amamentação, no Grupo Origem, foi a relativamente constante procura, no nosso Fórum de Discussões, de informações sobre ‘amamentação de adultos’.

Claro que apareciam algumas pessoas que não mereciam respostas, como sempre, mas recebemos alguns emails que nos chamaram a atenção. Eram casais que se diziam engajados num relacionamento que incluía como forma de prazer… a amamentação.

[…]

Nessa página , da Wikipédia, encontrei alguma informação sobre essa prática, que é considerada um tipo de fetiche. Não sou psicanalista e não encontrei nenhum artigo mais elaborado sobre o tema, mas, imagino que a amamentação de adultos é uma radicaçlização dessa fixação masculina, um estado extremo de não superação dessa fase oral… ou não? algum(a) psicólogo(a) se interessaria em falar sobre o assunto?

Eles já precisaram ser enormes, pequenos, grandes. Algumas pessoas acham que pertencem aos bebês. Outras, aos homens. Eu acho que eles são nossos e devemos ter o direito de fazer o que bem quisermos com eles. […]

Eu adoro os meus e cuido muito bem deles. Com creminhos, massagem, auto-exame e mamografias. Alimentaram minha filha e sempre me deram muito prazer. Acompanharam minhas mudanças. Eram pequenininhos na adolescência, tinham um volume maravilhoso na gravidez e não diminuíram, depois da amamentação. Ficaram mais bonitos.

Seios marcaram nossa vida. […] Eles sempre despertaram uma fascinação no imaginário maculino e feminino. Eles nos definem. No século XVIII o sueco Linneaus, entre uma enorme avariedade de características comuns escolheu os seios para nos classificar junto a outros animais: nós somos mamíferos.

[…]

É importante saber que o tamanho dos seios não tem nenhuma relação com as glândulas mamárias e mesmo sem o aspecto ‘externo’ avantajado a amamentação aconteceria da mesma forma. Portanto, eles são ainda mais misteriosos do que a gente imaginava…”

Como viram, Denise nos traz muita informação sobre os seios – ela que durante longo tempo militou num grupo especializado em amamentação e já teve um site que informava sobre câncer de mama. Gosto muito quando ela afirma que somos nós as donas dos nossos seios e que devemos cuidar deles com carinho, creminhos, mamografias e outras coisas mais, a fim de torná-los saudáveis e se possível belos. Eu só acrescentaria uma coisa. É que antes de tudo precisamos… ADOTÁ-LOS. Feios ou belos, firmes ou flácidos, com ou sem cirurgia estética.

Que eles são muito importantes em nossas vidas, isso é verdade. Mas é verdade também que nossa feminilidade, felizmente, não termina aí. Vai muito além. E é por isso que não a perdemos quando nos acontece de perdê-los para o câncer. O mundo precisa se dar conta disso.

Fonte: http://procurar.wordpress.com/simbologia-dos-seios/

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